09Jun 2016

1 LIVRO POR MÊS: Bridget Jones – Louca pelo Garoto

Postado por às em Cultura, Livros

Título original: BRIDGET JONES: MAD ABOUT THE BOY
Páginas: 440
Lançamento: 28/10/2013
Selo: Companhia das Letras


Primeiro de tudo: não é um lançamento! Mas tenho quase 70 livros aqui em casa que ainda não li e prometi a mim mesma que leria mais esse ano ( e até coloquei como meta de 2016) e então, pra cumprir minha promessa, me propus a ler 1 livro por mês.

Depois de anos, 14 pra ser mais exata, foi lançado Bridget Jones: Louca pelo Garoto e como havia lido os outros dois livros, resolvi comprar e confesso que o livro não me pegou de vez. Sabe quando a leitura, apesar de leve vai se arrastando e vocẽ não consegue terminar o livro nunca? Foi assim com esse.

O livro conta a história de Bridget após 5 anos de viúva (sim, Mark Darcy morreu num acidente diplomático) com 2 filhos Mabel e Billy que são uns fofos. Ela se vê sozinha e desamparada, lutando contra as cobranças da mãe com suas roupas e com a criação dos seus filhos. Mas ainda tem os mesmos amigos Tom, Jude e Thalita que ajudam, da maneira deles a reconfortá-la. E tem toda uma nova comunidade escolar envolvida, com as mesmas dificuldades de adaptação que ela encontrava aos 30 anos, só que agora viúva e com filhos.
Enquanto isso, ela tenta voltar a se sentir mulher e é quando aparece Roxster de 29 anos. Ela, já cinquentona, tentando lidar com os termos “meia-idade” e “tigresas” se vê apaixonada por um garotão. E o que seria mais improvável, que era a diferença de idade, paira na relação dos dois.
Não posso falar mais nada porque eu vou ser spoiler e apesar de o livro não ser um lançamento, quando você sabe do final da história, o livro pode ficar sem graça.

É difícil falar porque eu não gostei do livro sem contar algumas coisas, mas no final, ela escolheu o que seria mais cômodo, mais “aceitável” e mais altruísta, se é que eu posso dizer assim. Mas de qualquer forma, ela não pensou somente no prazer dela e abriu mão daquilo e, certa forma, fez quem que o outro abrisse mão dela. E o final… foi o que mais me desagradou mesmo porque senti que houve um sentimento forçado pela autora em Bridget para que se acertasse e ficasse uma “família tradicional”. No fim, acho que foi isso mesmo.

Como disse, foi um livro que eu fui me arrastando e acabei de ler, mais por obrigação do que por prazer mesmo.